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TRECHO DE UMA CARTA 7 PASSOS PARA CURAR

Livros
29 de novembro de 2006

Leia trecho do livro Sete Passos para Curar � Guia Pr�tico da Nova Medicina das Emo��es, de David Servan-Schreiber

Carta aos leitores de CURAR

Caras leitoras e caros leitores,

Antes de mais nada, quero agradecer o apoio que deram a meu livro. Com ele, é uma nova medicina das emoções que vocês apóiam. E eu não esperava tamanho entusiasmo por idéias ainda estranhas aos modos de pensar habituais.

O sucesso do livro, que se deve a todos vocês, vem dessa abertura de espírito, da curiosidade que demonstraram, do desejo de explorar novos caminhos. Reconheço-me em cada um desses traços, mas não sabia que somos tantos a compartilhá-los. Para mim, é um sinal bastante encorajador de que, juntos, consigamos talvez fazer com que as mentalidades evoluam. Sinal de que, talvez, possamos levar nossas instituições científicas e médicas a investirem suas pesquisas também nesses novos e fascinantes campos.

Muitos de vocês me escreveram. Recebi, a cada semana, mais de 100 cartas. Essa confiança envaidece-me e me encoraja. Várias dessas mensagens me contam um sofrimento, uma dor, pessoal ou de um próximo, e pedem ajuda. Cada um desses relatos me interpela e sinto realmente vontade de ajudá-los. Porém, me é impossível fazer frente a solicitações tão numerosas (mesmo se é tão difícil dizer “não”…). Não recebo mais nenhum paciente, conservando o pouco do tempo que me resta para aqueles que já estavam em tratamento comigo antes da publicação de CURAR. Quero, sobretudo, reservar meu tempo para escrever e para formar novos terapeutas, que poderão dar continuidade em escala bem maior aos métodos expostos no meu livro.

Creio que somos testemunhas de uma vaga profunda que atravessa todas as sociedades ocidentais: uma demanda, vinda de cada um, e em todos os lugares, por uma indústria que respeite o meio-ambiente, por uma agricultura que respeite a terra e, agora, também por uma medicina que respeite as capacidades que tem nosso corpo de recuperar seu próprio equilíbrio. São vocês os verdadeiros agentes dessa transformação social, e fico feliz em fazer parte daqueles que podem ajudar a canalizar toda essa energia.

Estabeleci para mim mesmo, como prioridade, a tarefa de tornar os métodos de CURAR acessíveis ao maior número de pessoas. Isso me conduziu ao ensino, para perto de colegas médicos, psicólogos e psicoterapeutas. Mas levou-me ainda a ações de ordem mais “política”, junto às agências governamentais e aos decididores de toda espécie, tanto na França quanto nos Estados Unidos, onde ainda leciono. E, talvez já tenham ouvido falar, comprometi-me também em tornar disponível um complemento alimentar Ômega-3 cuja concentração e pureza correspondam ao que foi testado nos estudos científicos da psiquiatria. Como esse tipo de complemento não é patenteável (não se pode patentear o peixe!), nenhum indústria farmacêutica julgou rentável engajar-se nesse campo. Orgulho-me de ter conseguido fazer com que esses complementos Ômega-3, da melhor qualidade e pureza possíveis, possam hoje ser encontrados em qualquer farmácia. Mas tudo isso demandou tempo e exigiu esforços consideráveis que me desviaram de uma conexão mais estreita com todos vocês.

Esses importantes passos devem-se às decisões de grandes agências institucionais, no Reino Unido, nos Estados Unidos e na França:

1. Um relatório do governo do Reino Unido demonstrou que 70% dos antidepressivos receitados jamais deveriam ter sido utilizados. Foram prescritos para depressões consideradas “menores ou moderadas” para as quais, segundo esse relatório, seria recomendável utilizar primeiro métodos mais “naturais”, antes de pensar em receitar medicamentos cujos efeitos secundários parecem cada vez mais claros para a comunidade médica científica.

2. Em seguida, a prescrição de antidepressivos para as crianças (à exceção do Prozac) foi proibida no Reino Unido e é alvo hoje de restrições consideráveis nos Estados Unidos. Com efeito, ficou comprovado que, no caso das crianças, os benefícios que esses medicamentos trazem não são (ou são apenas em proporção mínima) superiores aos de um placebo. Sabe-se também que provocam um aumento significativo do risco de suicídio. Isso, naturalmente, fez com que médicos e psiquiatras se sentissem um tanto desamparados, pois não aprenderam em sua formação a utilizar métodos alternativos aos medicamentos. Mas, ao mesmo tempo, isso também criou um ambiente bastante propício à incorporação, pela medicina convencional, de alternativas naturais e eficazes.

3. Por fim, o método de Dessensibilização e Reprocessamento pelo Movimento Ocular, o EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), foi reconhecido oficialmente, na França, como um método de tratamento eficaz (pelo relatório da comissão do INSERM٭ concernente às psicoterapias) e, mais recentemente, também nos Estados Unidos (por um relatório da prestigiadíssima American Association of Psychiatry, cuja influência abrange o mundo inteiro).

Graças, em parte, a esses desenvolvimentos todos, a psiquiatria convencional começa a abrir verdadeiramente seus horizontes às novas idéias. Em todos os lugares, inicia-se um debate em torno daqueles métodos de que eu falava em CURAR. Seu reconhecimento oficial permitiu também estimular novos projetos de pesquisa. De fato, são as pesquisas que farão com que uma abordagem mais natural da medicina penetre realmente no interior das instituições médicas.

Mas é verdade também que cada um de vocês, conversando com seu médico ou com seu terapeuta a respeito do EMDR, de coerência cardíaca, da acupuntura, de exercício físico ou do Ômega-3, contribuiu grandemente para difundir a mensagem. Vocês fizeram ouvir o desejo manifesto por uma medicina ao mesmo tempo mais humana e mais racional, uma medicina que saiba utilizar as capacidades intrínsecas de nosso corpo e de nosso cérebro a se curarem por si mesmos.

Para concluir essa breve introdução, aprendi recentemente que a palavra que designa, em chinês antigo, “O Pensamento” é composta por dois caracteres: aquele do “Cérebro” (em cima) e aquele do “Coração” (em baixo). Eu o ofereço aqui a todos vocês, com votos de harmonia entre seu cérebro e seu coração.

Com um abraço,
David Servan-Schreiber

QUESTÕES GERAIS

Q.: O senhor conhece médicos clínicos que utilizam as técnicas descritas em CURAR?
Infelizmente, na França ainda não. No centro de medicina complementar que eu dirigia na universidade de Pittsburgh, reunimos médicos, psicoterapeutas, acupunturistas, nutricionistas que compartilhavam a mesma filosofia e organizavam avaliações e programas de tratamento completos. Espero, finalmente, ajudar a instalar esse mesmo tipo de centro clínico na França. Enquanto isso, recomendo a todos que organizem seu próprio tratamento, em parceria com as recomendações de seu médico ou de seu psiquiatra.

Q.: Os métodos recomendados em CURAR são compatíveis com um tratamento convencional?
Os métodos descritos em CURAR são todos absolutamente compatíveis com um tratamento convencional e não exigem, de modo algum, que este seja interrompido, nem modificado. Eu mesmo muitas vezes tratei com o EMDR (Método de Dessensibilização e Reprocessamento pelo Movimento Ocular) pacientes que seguiam sua psicanálise com outro terapeuta ou que usavam medicamentos prescritos por seu psiquiatra.

Q,: Como, concretamente, começar um tratamento?
Se você acha que o EMDR lhe trará benefícios, sugiro que procure um terapeuta com um certificado de “Clínico EMDR”, fornecido pela Associação EMDR-Europa. É uma garantia de que o terapeuta tenha seguido uma formação completa e participado de um ciclo de supervisão sob a égide de um clínico mais experimentado.

No que diz respeito à coerência cardíaca� ainda muito recente na Europa, só posso recomendar que acompanhe cursos de Hatha Yoga � método multimilenar que utiliza técnicas respiratórias e de concentração que levam a um estado fisiológico do corpo comparável àquele descrito em CURAR.

Cabe a você, em seguida, modificar seu regime alimentar para reequilibrar a relação Ômega-3/Ômega-6 e reduzir as gorduras animais saturadas. Voltarei adiante aos suplementos Ômega-3.

Cada qual pode escolher seu próprio programa de exercício físico, conforme às recomendações gerais retiradas da literatura científica e que eu enuncio em CURAR. Você pode também providenciar uma lâmpada de simulação da aurora para despertar de modo mais natural e ajudar a estabilizar seus ritmos biológicos.

Enfim, cada um deve, do meu ponto de vista, preocupar-se em administrar melhor os conflitos � quer sejam profissionais ou pessoais. Uma das melhores maneiras de progredir neste campo é formar um grupo de reflexão com amigos ou próximos para que possam exercitar-se em conjunto aplicando os métodos SPA-CEE e Perguntas de ELFE. É, aliás, o que eu mesmo faço regularmente, com alguns amigos, para continuar bem “centrado” nessa abordagem das relações humanas.

Q.: É possível beneficiar-se de seus métodos sem gastar muito?
Infelizmente, os métodos que descrevo em CURAR não são ainda � a grande maioria deles �, na França, reembolsáveis pela Seguridade Social, ficando portanto reservados àqueles que podem pagar por sua saúde. É um estado de coisas que me parece inaceitável e faço o que posso para mudá-lo. Quanto mais se avolumam os estudos científicos que demonstram sua eficácia (como é o caso do EMDR, mas também da nutrição e dos Ômega-3, ou ainda da coerência cardíaca), mais fácil será incorporar essas abordagens à oferta reembolsável da medicina convencional.

Nesse entretempo, o Instituto Francês de EMDR que coordeno e que é responsável pelo ensino do EMDR na França forma gratuitamente alguns terapeutas que trabalham exclusivamente em meios desfavorecidos, de modo a permitir que pratiquem o EMDR junto a seus pacientes. Todos os terapeutas interessados nessa possibilidade podem entrar em contato com o programa humanitário da associação francesa de EMDR, no site da internet http://www.emdr-france.org.

É possível também começar a praticar alguns dos métodos descritos em CURAR sozinho � como o despertar com a aurora natural, a coerência cardíaca, o exercício físico, a mudança alimentar ou a comunicação emocional �, e eu recebo com freqüência testemunhos de leitores que começaram a praticá-los por conta própria e constataram notáveis transformações em suas vidas.

Q.: O senhor aconselha outros livros? Existem outros métodos que lhe interessam?
Sempre me interesso por novas abordagens. Decidi, porém, consagrar meu tempo e minha energia a fazer avançar essas que já conheço bem, cujos efeitos estão demonstrados e que, ainda assim, continuam a não ser utilizadas o suficiente, principalmente porque não podem ser patenteadas e, portanto, não provocam interesse econômico capaz de impulsionar sua introdução na medicina convencional.

Q.: Poderia indicar um método simples de meditação que melhore o funcionamento do Qi?
Segundo a medicina tradicional chinesa ou tibetana, todos os métodos de meditação facilitam o funcionamento do Qi. O método que focaliza unicamente este aspecto chama-se o Qi Gong (pronunciar “Tchi Gong”).

Q.: A música, ouvida ou praticada, pode ajudar no caso de depressão?

Claro! Embora haja poucos estudos a esse respeito (isso não dá patente e, sem patentes em vista, sem dinheiro para pesquisas…), inúmeros pacientes relatam como o fato de ouvir música pode ter um efeito poderoso sobre seu humor. Acho que é certamente ainda mais eficaz quando você próprio toca um instrumento, sobretudo em grupo, se possível, para estimular nosso cérebro emocional nos momentos de desencorajamento e pô-lo em fase com os ritmos e as melodias da vida que passa em nós e à nossa volta. Nos Estados Unidos, participei várias vezes de “drum circles” (“círculos de percussão”), nos quais várias pessoas que mal sabiam bater num tamborim aprendiam a tocar ritmos diferentes que se transformavam em verdadeira melodia quando o grupo encontrava seu equilíbrio. Não há dúvida alguma que esses são momentos particularmente exaltantes e que nos lembram a força de nossa conexão com os outros. Escrevi, a respeito dessa experiência, uma crônica para Psychologies, que pode ser consultada no link http://www.psychologies.com/chroniques.cfm/
chroniqueur/5/1/David-Servan-Schreiber/index.html (crônica de novembro de 2004: “A música também cura”).

1 COMUNICAÇÃO EMOCIONAL

Q.: Poderia dar alguns conselhos que ensinem a se autocontrolar no caso de situações de conflitos profissionais?
A primeira coisa a fazer é inspirar, por meio de duas grandes respirações, lentas e profundas, e em seguida começar a expirar o stress, antes de reagir. Lembrar, depois, que os conflitos são inevitáveis, mas não seu envenenamento, provocado por nossas próprias reações, muitas vezes exageradas ou até mesmo violentas.

Q.: Qual a diferença entre antidepressivo e neuroléptico?
Os neurolépticos bloqueiam o estímulo de certas zonas do cérebro pela dopamina. São utilizados principalmente nos distúrbios do pensamento (alucinações, delírios, paranóia) e, às vezes, para acalmar um episódio maníaco ou uma hipersensibilidade ao julgamento alheio. Os antidepressivos, por sua vez, aumentam esse estímulo por neurotransmissores, como a serotonina, a noradrenalina e, em alguns, também a dopamina. Têm menos tendência que os neurolépticos a reduzir a percepção e as sensações. Também revelam menos efeitos secundários a longo prazo.

Q.: Seus métodos são adaptados aos distúrbios bipolares?
Os distúrbios bipolares parecem ter uma base biológica e genética mais profunda que as depressões não-bipolares. Todavia, é certo também que os episódios de depressão ou de mania dos distúrbios bipolares são muitas vezes provocados por um período de stress mal administrado e mal vivido. Na medida em que os métodos de que falo em CURAR tornam-nos mais resistentes ao stress, eles também reduzem, consequentemente, a probabilidade de recaídas para quem sofre de uma doença bipolar. Recomendo porém aos pacientes bipolares que continuem a tomar um estabilizador de humor, como o lítio ou o depakene, de eficiência já comprovada na prevenção das recidivas e que são em geral bem tolerados.

Q.: Suas técnicas podem ser utilizadas para dores crônicas?
No centro de medicina complementar de Pittsburgh que eu dirigia, utilizávamos frequentemente a meditação (ou a coerência cardíaca) e a acupuntura como métodos de auxílio no tratamento das dores crônicas. O EMDR pode também ser útil quando as dores têm por origem um acontecimento que pode ter sido psicologicamente traumático (como um acidente de carro ou uma violência sexual).

Q.: Seu método pode resolver, ou ajudar a resolver, uma depressão ligada não a um evento traumático particular, mas à dupla influência da hipersensibilidade aos acontecimentos e a uma infância difícil?
No caso de uma infância difícil e de traumatismos emocionais reiterados, o EMDR muitas vezes é eficaz, mas exige um período necessariamente mais longo de tratamento (em geral de 6 meses, ou ainda mais tempo).

Q.: Pode-se de fato substituir os antidepressivos pelos ÔMEGA-3 e pelas caminhadas?
Os estudos disponíveis sugerem que a caminhada é tão eficaz quanto um antidepressivo moderno (inibidor da re-captura da serotonina) e que, um ano depois do fim do tratamento, as recidivas são 4 vezes menos freqüentes. É bastante provável, todavia, que, nesses estudos, os sujeitos que melhoraram com a prática da caminhada tenham continuado a exercitá-la por conta própria ao passo que aqueles que usaram com proveito o antidepressivo muito provavelmente interromperam o tratamento.

Até agora, os trabalhos referentes aos Ômega-3 sugerem que eles são eficazes em sujeitos cujos sintomas de depressão resistiram a vários antidepressivos sucessivos enquanto continuam a usar o último daqueles com que começaram o tratamento. Não dispomos ainda de estudos que permitam afirmar com certeza que um antidepressivo que se revelou eficaz possa ser completamente substituído por um suplemento alimentar de Ômega-3.

Q.: Pode falar um pouco mais a respeito das depressões “hereditárias” fisiológicas, às quais fez apenas breves alusões em CURAR?
A depressão pode muito bem possuir um componente hereditário, sobretudo quando um dos pais sofreu de depressão severa (ou outra doença psiquiátrica) necessitando de internação hospitalar. Em alguns desses casos, os antidepressivos (ou outros medicamentos psicotrópicos) são às vezes absolutamente indispensáveis. Todavia, é importante, mesmo quando os medicamentos são obviamente úteis, utilizar toda a capacidade de resiliência do cérebro emocional para maximizar seus efeitos. Não há nenhuma contradição em utilizar, ao mesmo tempo, a coerência cardíaca, o EMDR, o exercício físico, a acupuntura, ou tomar os Ômega-3. Nem em acordar com a luz do nascer do sol (simulada ou não) ou cuidar de bem administrar suas relações afetivas. Muito ao contrário.

Q.: Vi na Internet que existe um legume, chamado atmagupta, utilizado pela medicina ayurvédica para tratar o mal de Parkinson. Este legume contém levodopa. Conhece este tipo de tratamento natural para a doença? Saberia onde encontrar esse legume?
Não conheço esse legume. A Levodopa é um precursor da dopamina, neurotransmissor cruelmente ausente naqueles que sofrem do mal de Parkinson. É portanto bem possível que qualquer fonte nutricional desse precursor importante seja útil no combate à doença. Todavia, a prescrição da Levodopa como medicamento é geralmente acompanhada de um inibidor da enzima que torna a Levodopa particularmente inativa antes que possa ser transformada no cérebro em dopamina. Seria preciso, portanto, muito provavelmente, ingerir grandes quantidades desse alimento � se ele for realmente eficaz � para obter um efeito sobre a dopamina do paciente.

A tirosina, um ácido aminado que se encontra facilmente nas parafarmácias sob a forma de complemento alimentar, é outro precursor da dopamina às vezes bastante útil àqueles que sofrem do mal de Parkinson (deve-se tomá-la duas vezes ao dia, 2000 mg, 45 minutos antes de uma refeição). Não conheço relato de efeitos secundários.

Q.: Ao exercício, então, David! Mas, vamos reconhecer, é muito chato fazer exercícios. Você, porém, afirma: “não é preciso muito”…
Sim. Por sorte, não sou quem diz, ou não acreditariam em mim, necessariamente! São os estudos que o afirmam, e é isso que é fascinante. Pesquisas recentes realizadas na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, demonstraram que, para a depressão, por exemplo, o exercício físico, 3 vezes por semana, 30 minutos a cada vez, é tão eficaz quanto tomar um antidepressivo.

Q.: Mas, 30 minutos de que? Salto de vara, crawl intensivo…?
Isso depende da idade das pessoas. Mas, num dos estudos em que os sujeitos tinham entre 50 e 77 anos, simplesmente eles faziam 30 minutos de marcha rápida. Quer dizer que…

Q.: Nem correr?
Nem correr. Caminhavam ao ar livre. Mas é preciso andar rápido. Dizem que o que é preciso conseguir, e não necessariamente a primeira vez, é encontrar um ritmo em que se pode conversar, fazendo o exercício, mas não cantar.

Q.: E isso cura?
Sabe-se, agora, que isso é de fato eficiente.

Q.: Em quanto tempo? Três meses? Três anos?
Não, isso leva… Nos estudos já realizados notou-se que em 6 semanas os efeitos eram notáveis e que no final de 4 meses obtinha-se o mesmo efeito de um antidepressivo. É um pouco mais lento que um antidepressivo. Um antidepressivo leva mais ou menos duas semanas para fazer efeito e, com os exercícios, é preciso esperar entre 2 e 6 semanas antes de notar uma real diferença. Mas, sentimo-nos melhor desde o início, porque nosso corpo foi estimulado.

fechar

FONTE http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/291106/trecho_7passos.html

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